A cada quatro anos um evento toma conta da vida dos brasileiros: a Copa do Mundo. Não por coincidência, é também nesse período que dispara a procura por TVs no País – afinal, ninguém quer deixar de ver os dribles dos jogadores nos mínimos detalhes. Em 2018, a grande vedete nas lojas será a TV com resolução 4K (ou Ultra HD), que promete imagens com resolução quatro vezes superior ao atual Full HD. Mas, apesar do entusiasmo das fabricantes, torcer pelo hexa em altíssima resolução será algo para poucos no Brasil.
Há razões para isso. A principal delas é o custo: o preço médio atual de um aparelho 4K no País, segundo a consultoria GfK, é de R$ 3,4 mil, com algumas ofertas partindo de R$ 2,5 mil. É bem menos do que os R$ 8 mil cobrados quatro anos atrás, mas, apesar disso, o valor é alto para o bolso do brasileiro.
Além disso, um televisor da tecnologia Full HD, do mesmo tamanho não chega a custar R$ 2 mil. “Essa diferença faz com que tenhamos de esperar um tempo para que o 4K esteja acessível a uma grande fatia de pessoas”, diz Rui Agapito, diretor comercial da GfK no País.
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